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Empresa de Benedito Novo desenvolve produto 100% ecológico para caldeiras

Por Sílvia Regina  – New Age Comunicação

A geração de vapor é uma operação industrial amplamente utilizada em todo o mundo. Além de ser a forma mais econômica e prática na transferência de calor, é o combustível utilizado em alguns segmentos como: as usinas termelétricas, indústrias têxteis e de tintas, cervejarias e indústria alimentícia. Por isso, a JJ Pellets, uma empresa de Benedito Novo, desenvolveu o Pellet de Pinus, um produto para caldeiras 100% ecológico, certificado pela Fundação do Meio Ambiente (FATMA) e que pode gerar 45% de economia em energia elétrica para as empresas que dele se utilizam.

A empresária Leila Schuls explica que o granulado é composto por resíduos de uma espécie de pinheiro conhecida como Pinus. “O nosso produto é totalmente natural, seu descarte é muito simples e prático e a utilização pode gerar uma economia de 45% de energia elétrica. O pinus não polui o meio ambiente e sua combustão é perfeita para o uso em caldeiras”, conta. Muitas indústrias ainda utilizam outros tipos de combustíveis para a queima em caldeiras – como a lenha, óleos pesados, gasóleos, entre outros – sendo que muitos deles provocam sérias alterações no meio ambiente.

Atualmente, a empresa atende consumidores nas cidades de Balneário Camboriú, Lages, Florianópolis e Curitiba, que utilizam o Pellet de Pinus para aquecer chuveiros, piscinas, fornos e etc. A meta para 2017 é ampliar a carteira de clientes e fornecer o produto para outros estados brasileiros. O produto é vendido em sacos de 20 kg para pizzarias, padarias, academias e hotéis.

“Estamos no mercado desde 2016 e nosso faturamento foi de R$ 1,5 milhão. É um bom faturamento para o primeiro ano, mesmo com a crise e o alto custo para a produção do produto. Por isso, pretendemos ampliar nossas vendas e no futuro exportar. Estamos oferecendo uma solução que contribui na diminuição da poluição atmosférica e protege nosso solo. É possível produzir energia sem causar danos ao nosso planeta”, afirma Leila.

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