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		<title>Censo vai mapear todas as espécies da Amazônia</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Reinaldo José Lopes &#8211; Folha.com Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, lançam na sexta-feira (18) um plano ambicioso: o de disponibilizar na internet a lista completa de todas as milhares de espécies de animais e plantas da &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1377">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>Por Reinaldo José Lopes &#8211; Folha.com</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, lançam na sexta-feira (18) um plano ambicioso: o de disponibilizar na internet a lista completa de todas as milhares de espécies de animais e plantas da Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Censo da Biodiversidade &#8211; clique<span style="color: #6b8e23;"><strong> <a title="aqui" href="http://marte.museu-goeldi.br/biodiversidade/censo/aplicacao/"><span style="color: #6b8e23;">aqui</span></a></strong></span> e acesse &#8211; por enquanto agrega apenas uma lista de mais de 3.000 espécies de animais, de mamíferos a aranhas, todos eles nativos do Pará.</p>
<p style="text-align: justify;">“O plano é que, até o fim do ano, a gente consiga atingir toda a Amazônia brasileira”, disse à Folha o biólogo Ulisses Galatti, um dos coordenadores da iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto se une a outras ferramentas virtuais Brasil e mundo afora cujo objetivo é concluir a tarefa aparentemente simples, mas na prática extremamente cabeluda, de contar quantas espécies existem no planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem esse dado básico, fica muito difícil proteger as áreas mais ameaçadas pela pressão humana ou estudar as raízes evolutivas de plantas ou animais. No entanto, problemas como a escassez de profissionais especializados em sistemática (o ramo da biologia que classifica os seres vivos) atrapalham um bocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em grupos já estudados de cabo a rabo, como mamíferos e aves, a expectativa é que 10% das espécies amazônicas ainda sejam desconhecidas, diz Galatti.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando se fala de répteis e anfíbios, então, ainda há muita coisa desconhecida”, afirma o biólogo do Goeldi.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><strong>Referência </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o internauta tem acesso apenas aos nomes científicos e ao status de conservação (se a espécie está criticamente ameaçada de extinção ou é apenas vulnerável, por exemplo) dos bichos paraenses.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano, no entanto, é indicar, para cada espécie, em que museu estão seus exemplares de referência, ou seja, os indivíduos (empalhados ou preservados em álcool, digamos) que serviram de base para que o descobridor da espécie a descrevesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa informação é crucial para que outro cientista, diante de uma criatura parecida, consiga dizer se ela pertence a uma espécie ainda desconhecida ou à mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores também devem incluir imagens e até sons de cada espécie. Em última instância, a iniciativa do censo pretende incluir espécies amazônicas dos países vizinhos e também de outros ecossistemas do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto com o site, o Goeldi também está lançando a publicação “Espécies do Milênio”, que reúne as 130 novas criaturas descobertas pelos pesquisadores do museu entre o ano 2000 e 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O museu também promove hoje um debate sobre a Rio+20, conferência ambiental da ONU que ocorre no Rio de Janeiro em junho, e a biodiversidade da Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;">“É louvável discutir a economia verde na Rio+20, mas para isso é preciso pensar num desenvolvimento amazônico baseado em ciência e no potencial econômico da biodiversidade”, diz Galatti. <em></em></p>
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		<title>MT tem 6 cidades entre as que mais desmataram em abril, aponta Imazon</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leandro J. Nascimento &#8211; G1 Diminuiu o desmatamento na Amazônia Legal brasileira no mês de abril. Tornou-se 76% inferior ao verificado no igual período de 2011. Passou de 298,3 quilômetros quadrados para 71 km quadrados, conforme apontou o Instituto &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1375">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em> Por Leandro J. Nascimento &#8211; G1</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Diminuiu o desmatamento na Amazônia Legal brasileira no mês de abril. Tornou-se 76% inferior ao verificado no igual período de 2011. Passou de 298,3 quilômetros quadrados para 71 km quadrados, conforme apontou o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), esta semana. Mato Grosso (71%), Rondônia (18%) e Amazonas (5%) foram os estados que mais desmataram. Pará, Roraima e Acre concentraram 6% das ocorrências.</p>
<p style="text-align: justify;">Por mais uma vez seguida, Mato Grosso manteve-se líder no ranking dos estados que mais contribuíram para a destruição da floresta. No mês passado, 50 km² foram desmatados ante os 71 km² verificados no território da Amazônia. De acordo com o Imazon, em Rondônia configurou-se a derrubada de 13 km²; Amazonas 3 km²; Pará 2 km²; Roraima 1 km²; Acre 0,5 km² e Tocantins 0,5 km².</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 58,5 km² (82,5%) do desmate registrou-se em áreas privadas, posse ou devolutas. Outros 9 km² (12,5%) em unidades de conservação, 3 km² (4%) em terras indígenas e 0,5 km² (1%) em assentamentos da reforma agrária. Os desmates ocorridos em terras indígenas ocorreram em sua maioria dentro da terra Manoki em Mato Grosso, com 1,8 km², informou o Imazon.</p>
<p style="text-align: justify;">Na lista dos dez municípios considerados mais críticos em desmatamento no mês de abril, seis são de Mato Grosso: Bom Jesus do Araguaia (1º), que desmatou 31,8 km², Gaúcha do Norte (2ª), com 5,8 km², Cláudia (4ª), com 4,2 km², Nova Mutum (5ª), com 3,1 km², Sinop (8ª), com 2,1 km², e Brasnorte (10ª), com 1,8 km².</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram inclusos à relação Guajará-Mirim (RO), terceiro colocado na lista dos que mais desmataram (4,6 km²), Porto Velho (RO), cuja ocorrência totalizou 3 km², Cujubim (RO), com 3 km² e Itamarati (AM), que desmatou 1,9 km².</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><strong>Intervalo maior</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Imazon, a degradação ambiental registrada entre agosto de 2011 a abril de 2012 atingiu 1.589 km², número 73% menor na comparação entre agosto de 2010 a abril de 2011, quando foram 5.887 km².</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Imazon, as maiores reduções ocorreram no Acre (-98%), Rondônia (-91%), Amazonas (-82%), Mato Grosso (-68%) e Pará (69%).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas apesar do recuo, Mato Grosso ainda figura na liderança dos desmates neste intervalo. A degradação totalizou 1.217 km² (77%), seguido pelo Pará com 235 km² (15%). Outros 8% ficaram distribuídos entre Rondônia (93 km²), Amazonas (26 km²), Roraima (15 km²) e Acre (3 km²). <em></em></p>
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		<title>Governo estuda criar estrutura para cuidar do desenvolvimento sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Denise Menchen &#8211; Folha.com A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse na sexta-feira (18) que o Brasil pode criar uma estrutura própria para cuidar do desenvolvimento sustentável. A informação foi dada em entrevista coletiva no Palácio do Itamaraty, &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1373">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><em><strong>Por Denise Menchen &#8211; Folha.com</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse na sexta-feira (18) que o Brasil pode criar uma estrutura própria para cuidar do desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação foi dada em entrevista coletiva no Palácio do Itamaraty, no Rio, onde Teixeira participou do lançamento do relatório em português &#8220;Povos Resilientes, Planeta Resiliente&#8221;, da ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">Após defender a criação, no âmbito das Nações Unidas, de um conselho de desenvolvimento sustentável para integrar as questões sociais, econômicas e ambientais, a ministra foi questionada sobre por que o país não criava um ministério do desenvolvimento sustentável para unir esses pilares também em âmbito nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Porque isso [a criação de um ministério] talvez não seja a solução&#8221;, respondeu. &#8220;Mas ele [o governo brasileiro] pode tratar uma estrutura de governança do desenvolvimento sustentável brevemente. Tem uma outra novela chamada Avenida Brasil sustentável. Eu sugiro que vocês aguardem os próximos capítulos, mas tenho certeza que teremos boas notícias&#8221;, brincou a ministra, fazendo referência à novela &#8220;Avenida Brasil&#8221;, da Rede Globo.</p>
<p style="text-align: justify;">Teixeira disse ainda que o governo vem promovendo uma série de encontros para definir uma agenda nacional para o período pós-Rio+20. A conferência sobre desenvolvimento sustentável da ONU ocorre no Rio de 13 a 22 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">A ministra citou como exemplo o fortalecimento do projeto de escolas sustentáveis elaborado em conjunto com o Ministério da Educação, que incorpora o conceito de consumo e o desenvolvimento sustentáveis aos temas abordados em sala de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão desses assuntos nos currículos de escolas primárias e secundárias é uma das sugestões do relatório da ONU lançado nesta sexta &#8211; ao todo, o documento traz 56 recomendações elaboradas por 22 especialistas para tornar o desenvolvimento sustentável uma realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ministra foi a representante brasileira nas discussões que deram origem ao relatório. O trabalho foi coordenado pelo secretário-executivo do Painel de Alto Nível do Secretário-Geral das Nações Unidas sobre Sustentabilidade Global, Janos Pasztor.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique <a title="aqui" href="http://www.onu.org.br/docs/gsp-integra.pdf"><span style="color: #6b8e23;"><strong>aqui</strong></span> </a>e veja o relatório em português.</p>
<div id="tweetbutton1373" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1373&amp;via=ecoinformacao&amp;text=Governo%20estuda%20criar%20estrutura%20para%20cuidar%20do%20desenvolvimento%20sustent%C3%A1vel&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1373" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ecoinformacao.com/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>PF fecha lixão a céu aberto no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência Brasil Agentes da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) da Policia Federal (PF), do Exército e de órgãos estaduais ligados ao meio ambiente fecharam na sexta-feira (18) um lixão que funcionava no município de Tanguá, região da &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1370">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>Agência Brasil</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Agentes da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) da Policia Federal (PF), do Exército e de órgãos estaduais ligados ao meio ambiente fecharam na sexta-feira (18) um lixão que funcionava no município de Tanguá, região da Baixadas Litorâneas do Rio. A operação faz parte do Programa Lixão Zero da Secretaria de Estado do Ambiente, cuja meta é acabar com todos os lixões a céu aberto no Rio de Janeiro até 2014, transferindo o destino final dos resíduos para aterros sanitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o coordenador da Cicca, coronel José Maurício Padrone, a Secretaria de Estado do Ambiente tem intensificado esse tipo de ação em diferentes regiões do estado com o objetivo de inibir crimes ambientais. Até 2014 serão feitas operações mensais para alcançar a meta estabelecida pelo governo do Estado de eliminar os lixões a céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Padrone disse que os municípios precisam adotar medidas emergenciais para que o destino dos resíduos produzidos pelos moradores da região seja direcionado a aterros sanitários autorizados a funcionar e não a lixões.</p>
<p style="text-align: justify;">“O município tem que tomar medidas para construir o seu próprio aterro ou fazer consorcio com outros municípios para fazer um aterro sanitário e, com isso, dar a destinação correta aos resíduos produzidos pelos moradores. O objetivo da Secretaria de Estado do Ambiente é acabar com todos os lixões do estado”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o lixo produzido pelos moradores de Tanguá era destinado ao lixão interditado pelos agentes federais. Com o seu fechamento, a prefeitura terá que encaminhar os resíduos para o aterro sanitário do município de Itaboraí, na região metropolitana do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">A operação também encontrou irregularidades no armazenamento de explosivos da mineradora Empresa de Mineração Tanguá (Emitang) que, segundo Padrone, estavam estocados dentro de uma mina, o que é proibido pela legislação brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eles têm autorização para usar dinamite, mas [a dinamite] tinha que estar estocada de forma segura. Os explosivos têm que ficar no paiol com segurança, limpo e em local arejado. Aqui armazenavam dentro da mina uma quantidade maior do que eles tinham permissão e [os explosivos] estavam acondicionados de forma irregular”, disse. A empresa foi autuada também por utilizar óleo ascarel em geradores. A substância é altamente tóxica, não degradável e sua utilização está proibida no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a ação, um representante da prefeitura de Tanguá foi detido e encaminhado para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil (DPMA) para prestar depoimento. Já Rafael Costa Matta, diretor e um dos sócios da Emitang, o químico e um operador da mina foram encaminhados à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Federal para prestar esclarecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa terá um prazo de até 15 dias para responder ao auto de infração emitido pelos agentes. Caberá ao conselho diretor do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), definir o valor da multa que será aplicada à empresa Emitang. A multa varia de R$ 5 mil a R$ 1 milhão, de acordo com a expansão e os danos causados ao meio ambiente.<em></em></p>
<div id="tweetbutton1370" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1370&amp;via=ecoinformacao&amp;text=PF%20fecha%20lix%C3%A3o%20a%20c%C3%A9u%20aberto%20no%20Rio%20de%20Janeiro&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1370" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ecoinformacao.com/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Biodiversidade enfrenta múltiplas ameaças</title>
		<link>http://ecoinformacao.com/blog/?p=1366</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Zadie Neufville -  IPS As autoridades da Jamaica, um dos países do Caribe mais vulneráveis aos efeitos da mudança climática, pretende incentivar o desenvolvimento sustentável para evitar a degradação ambiental, reverter a perda de recursos e deter a perda &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1366">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><em><strong>Por Zadie Neufville -  IPS</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">As autoridades da Jamaica, um dos países do Caribe mais vulneráveis aos efeitos da mudança climática, pretende incentivar o desenvolvimento sustentável para evitar a degradação ambiental, reverter a perda de recursos e deter a perda de sua rica biodiversidade. A responsável da área de ecossistemas da Agência Nacional de Meio Ambiente e Planejamento (Nepa), Andrea Donaldson, disse à IPS que o trabalho em matéria de biodiversidade não está centrado na mudança climática, mas que o organismo sabe de seus possíveis impactos e tenta implantar medidas de proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">O informe nacional sobre os Objetivos de Desenvolvimento das Nações Unidas para o Milênio aponta os problemas que este país tem para controlar a contaminação e proteger os ecossistemas importantes. Isto é o que mais preocupa os cientistas, que apontam a falta de atenção com o meio ambiente que pode exacerbar as consequências de eventos climáticos graves. O informe sobre o estado do meio ambiente (SOE) de 2010 e o que foi enviado à Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (CMNUCC) coincidem em afirmar que as atividades humanas constituem uma ameaça significativa.</p>
<p style="text-align: justify;">“A mudança climática provavelmente aumenta o impacto negativo” sobre a perda de habitat, a superexploração, o mau uso da terra e a ignorância do valor dos recursos naturais, diz o SOE. Também são denunciadas alterações nos arrecifes de coral, nas selvas e nos mangues costeiros, áreas identificadas como as mais vulneráveis ao aquecimento global. A Jamaica teve 12 eventos climáticos extremos nos últimos cinco anos. Esta é a ilha mais bioendêmica da região e ocupa o quinto lugar em uma lista mundial sobre quantidade de espécies únicas por país. A perda de biodiversidade da Jamaica pode ter consequências imensas. Há mais de oito mil espécies de plantas e animais terrestres registrados, bem como 3.500 no ambiente marinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os tesouros únicos deste país, há dez espécies de cactos, sete de palmeiras e 60 das 240 de orquídeas existentes no mundo. Há, também, 31 tipos de aves, nove de caranguejos, 505 das 514 variedades de caracóis registradas, e 33 das 43 de répteis. Além disso, pelo menos quatro das 24 espécies de morcegos são endêmicas, como também 17 das 19 de rãs e 15 das 115 variedades de borboletas. Entre os pássaros, o jamaicano Tody está entre as espécies únicas mais conhecidas, bem como a jiboia jamaicana, a jutía da Jamaica (um roedor parecido com o coelho da Índia) e a borboleta gigante cauda de andorinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ilha está na lista de lugares com maior quantidade de mamíferos em risco feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) devido, principalmente, aos morcegos endêmicos e à jutía. Outra espécie endêmica, a iguana jamaicana, está na Lista Vermelha de espécies em perigo e ameaçadas dessa organização. Cerca de 200 animais sobrevivem na selva cada vez menor das montanhas de Hellshire, ao sul, perto de Kingston.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nepa disse que realiza vários programas, políticas e leis para gerir e evitar a exploração dos recursos sem a devida autorização. As autoridades reconheceram que é difícil colocar em prática as medidas de proteção e, da mesma forma que o Departamento de Silvicultura, a Agência implanta um mecanismo de colaboração com as comunidades prejudicadas. Os fundos destinados à adaptação à mudança climática permitem que os dois órgãos reflorestem as selvas e os mangues. Também trabalham com pescadores, agricultores e outras pessoas que dependem dos ecossistemas naturais para buscar outras formas de sustento.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de mitigação de desastres e de adaptação à mudança climática financiado pela União Europeia complementa os esforços da Nepa para dar um valor econômico aos ecossistemas e melhorar a coleta de dados para contribuir com o planejamento relacionado à mudança climática. “Instalamos registradores de dados para ter informação sobre a temperatura da superfície do mar, entre outras coisas”, detalhou Donaldson. “Revisamos os arrecifes de coral de forma regular, mas não posso afirmar que as mudanças que vemos sejam produto da mudança climática”, alertou.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos de coleta de dados da Nepa ajudarão o centro de informação vinculado ao Convênio sobre a Diversidade Biológica Clearing House Mechanism (CHM) da Jamaica, fornecendo informações úteis para o estudo do impacto do aquecimento global sobre seus amplos registros de plantas e animais, que não estão atualizados, explicou o biólogo Keron Campbell. O Museu de História Natural, do Instituto da Jamaica, dentro do qual está o CHM, tem registradas 110 mil espécies zoológicas e 130 mil no herbário desde a década de 1870.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos atualizando os inventários de espécies de flora e fauna, o que é necessário para registrar todas as mudanças”, afirmou Campbell à IPS, acrescentando que os coletores de dados, além dos estudos de campo e da informação sobre as mudanças de temperatura detectados pelo serviço meteorológico, darão detalhes valiosos para planejar a adaptação. O informe do SOE indica mudanças na área protegida de Portland Bight, a maior da ilha e único habitat conhecido da iguana jamaicana.</p>
<p style="text-align: justify;">Byron Wilson, diretor do programa iguana da Universidade das Índias Ocidentais disse que a sobrevivência do réptil se deve principalmente ao afastamento de seu habitat. Ao fracassar a tentativa de construir uma colônia em uma ilhota, as montanhas de Hellshire permanecem como o entorno natural mais importante. Entretanto, o desenvolvimento deixou essa área mais acessível. De fato, foi um caçador que redescobriu a iguana, que era considerada extinta há mais de 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A preparação da Jamaica para enfrentar a mudança climática começou em 1997 com o Planejamento Caribenho para a Adaptação à Mudança Climática Global, no contexto da Comunidade do Caribe (Caricom).</p>
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		<title>ONU dá primeiros passos para acordo climático global em 2015</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Portal iG Membros das Nações Unidas deram os primeiros passos na quinta-feira (17), durante uma conferência em Bonn, no longo caminho para que seja negociado um novo pacto global em 2015 que, pela primeira vez, colocará ricos e pobres sob &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1363">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>Portal iG</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Membros das Nações Unidas deram os primeiros passos na quinta-feira (17), durante uma conferência em Bonn, no longo caminho para que seja negociado um novo pacto global em 2015 que, pela primeira vez, colocará ricos e pobres sob um regime legal comum para enfrentar as mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Reunidos na antiga capital da Alemanha Ocidental, as 195 partes da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês) começaram a discutir como trabalhar para alcançar a meta estabelecida na conferência de Durban, na África do Sul, em dezembro passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Maite Nkoana-Mashabane, da África do Sul, que presidiu a sessão inaugural, pediu que os países que iniciaram o longo trajeto deixem de lado “práticas de negociação velhas e inúteis”, uma referência às brigas que costumam acompanhar as negociações climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“O tempo é limitado e nós precisamos levar muito a sério os apelos desesperados de alguns dos nossos irmãos, principalmente os pequenos Estados insulares”, afirmou, em alusão aos países abaixo do nível do mar, ameaçados pela elevação das águas dos oceanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A sessão inaugural e o grupo de trabalho ‘ad-hoc’, divulgados por webcast na internet, ocorreram no âmbito das negociações de alto nível da UNFCCC, que terminam em 25 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><strong>Novo Acordo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se tudo der certo, um novo acordo sairá do forno em 2015 para entrar em vigor em 2020, colocando ricos e pobres sob o mesmo marco legal para conter as emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pelas mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, restrições sob o âmbito climático da ONU se dividem entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, um formato que remonta a 1990 e que, segundo os críticos, está seriamente desatualizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, os ricos respondem pela maior responsabilidade histórica do aquecimento global. Mas eles alegam que será injusto carregar o fardo de solucionar o problema no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus lugares na mesa dos grandes emissores estão sendo tomados por gigantes emergentes como Brasil, Índia e China, que queimam carvão, petróleo e gás em grande quantidade enquanto lutam para tirar grande parte de suas populações da pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pequenos Estados insulares e países africanos fizeram soar o alerta nesta quinta-feira sobre o “abismo de ambições”, ou seja, a diferença entre os compromissos para cortar emissões e o que é necessário fazer para evitar um aquecimento perigoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os cientistas, as emissões atuais causariam um possível aquecimento de 4ºC, o dobro do limite seguro estabelecido em 2011 pelas partes da UNFCCC.</p>
<p style="text-align: justify;">“Compromissos de mitigação inadequados trazem o risco de um aumento de temperatura que terá impactos catastróficos em todo o mundo, particularmente na África”, afirmou Seyni Nafo, porta-voz do grupo africano.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando em nome dos pequenos Estados insulares, Marlene Moses, de Nauru, alertou que o “abismo de ambições” é tão profundo agora que em 2015 as negociações poderão estar tratando de como realocar as pessoas de países que se tornaram inabitáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Até agora, os prospectos sobre 2015 estão em aberto, exceto pela exigência de que atendam ao princípio da convenção-quadro de “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, um termo que distingue as demandas que devem ser apresentadas por países ricos e pobres, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem reduzirá suas emissões, de quanto será esse corte, o regime de conformidade do pacto e inclusive seu status legal estão entre as muitas questões que deverão ser ajustadas em uma arena amplamente complexa e multifacetada.</p>
<p style="text-align: justify;">De um lado, os países em desenvolvimento pedem uma demonstração de boa vontade dos ricos. Eles querem que a União Europeia e seus aliados renovem e aprofundem seus compromissos no âmbito do Protocolo de Kioto, o único tratado mundial que estabelece cortes nos gases de efeito estufa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, os Estados Unidos, que se recusam a ratificar o tratado firmado no Japão e que expira este ano, lideram as cobranças para que os gigantes emergentes, entre eles o Brasil, fortaleçam suas promessas de cortes de emissões e abram seus compromissos a exames minuciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um sinal das disputas que haverá pela frente, o UNFCCC informou que o primeiro encontro do comitê do Fundo de Mudanças Climáticas, uma iniciativa projetada para arrecadar até 100 bilhões de dólares ao ano para ajudar os mais pobres, foi adiada.</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro, previsto para 31 de maio, estava retardada “à espera da finalização do processo de nomeações” por parte dos países que querem um lugar no painel de 24 lugares, informou a convenção. <em></em></p>
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		<title>Secretários de Meio Ambiente propõem taxar empresas poluidoras</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Vladimir Platonow &#8211; Agência Brasil Secretários de Meio Ambiente de 21 capitais divulgaram nesta semana a Carta Rio pela Sustentabilidade, sugerindo a criação de fundos financeiros baseados na taxação de produtos e serviços não sustentáveis. O documento, que ainda &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1360">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>Por Vladimir Platonow &#8211; Agência Brasil</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Secretários de Meio Ambiente de 21 capitais divulgaram nesta semana a Carta Rio pela Sustentabilidade, sugerindo a criação de fundos financeiros baseados na taxação de produtos e serviços não sustentáveis. O documento, que ainda trouxe outras recomendações, foi lido no encerramento do Encontro de Secretários de Meio Ambiente das Capitais Brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-prefeito do Rio e secretário municipal do Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, explicou que o objetivo é financiar ações sustentáveis. “É o princípio do poluidor pagador. Se uma atividade polui e não temos condições de substituí-la imediatamente, é necessário que ela contribua com um percentual que vai para um fundo de sustentabilidade. No Rio, a questão está posta e discutimos, junto com o Conselho de Meio Ambiente da cidade, para chegarmos a uma maneira de como isso pode se constituir de forma efetiva”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro serviu para afinar ações e trocar experiências entre as prefeituras das capitais, pois segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 80% da população do planeta hoje vivem nas cidades. Segundo Muniz, as soluções para o meio ambiente no Brasil e no mundo passam, necessariamente, pelas prefeituras.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós conseguimos pactuar um compromisso, assinado por todos, de lutarmos para que nos programas de ação de nossas prefeituras sempre esteja presente a maneira de viabilizar que as nossas cidades sejam cada vez mais sustentáveis. Meio ambiente é o lugar onde a gente vive e principalmente como a gente vive. Que modelo de desenvolvimento nós queremos”, declarou. <em></em></p>
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		<title>Técnica permite fazer tijolos a partir de lixo orgânico em Araraquara/SP</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felipe Turioni &#8211; G1 Uma técnica desenvolvida em Araraquara (SP) permite que tijolos utilizados na construção civil sejam feitos a partir de lixo orgânico. O composto, desenvolvido por um químico local, pretende baratear a produção dos blocos de alvenaria, &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1357">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>Por Felipe Turioni &#8211; G1</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma técnica desenvolvida em Araraquara (SP) permite que tijolos utilizados na construção civil sejam feitos a partir de lixo orgânico. O composto, desenvolvido por um químico local, pretende baratear a produção dos blocos de alvenaria, a partir da redução do uso de areia e concreto na composição dos tijolos. Além disso, o processo visa oferecer um destino sustentável ao lixo doméstico. O produto, segundo os desenvolvedores, é inodoro e livre de germes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o químico que desenvolveu a técnica, Marcelo dos Santos, o custo para a fabricação de cada tijolo com a nova composição pode cair pela metade, já que o produto originado pelo lixo doméstico é autossustentável e pode substituir até 50% da areia e 30% do concreto utilizados na produção convencional.</p>
<p style="text-align: justify;">“O lixo chega como sai da casa das pessoas, dentro do saco plástico, e separamos os detritos do material reciclável, que é vendido para uma cooperativa e com o dinheiro pagamos a produção”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">No mercado, o tijolo orgânico custaria R$ 0,70, frente aos R$ 1,20 do bloco convencional.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><strong>Processo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Após a separação, o lixo orgânico passa por um triturador e é fragmentado. “O material fica moído e depois vai para um misturador, onde uma composição química é acrescentada a ele”, explica Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">A composição, patenteada pelo químico, é responsável por esterilizar o material orgânico, livrando-o de bactérias, vírus, fungos ou vermes capazes de produzir doenças infecciosas, e deixa-o inerte, evitando que polua o ambiente. O produto foi desenvolvido após dois anos de pesquisa, realizada durante os estudos de mestrado de Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do processo de mistura, a massa pastosa passa por uma máquina peletizadora, onde é dividido em pequenos pedaços, com aparência de ração animal. No mercado, uma máquina deste tipo custa em torno de US$ 100 mil, mas o químico produziu a estrutura pelo equivalente a R$ 2,5 mil, com ajuda de seu sócio, o metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti. “Levamos um ano para construir a fábrica piloto, com material até de ferro velho e gastamos em torno de R$ 80 mil em tudo”, comenta Masoti.</p>
<p style="text-align: justify;">A composição em pedaços, então, é levada para um forno e passa por secagem para a última etapa da produção do material orgânico, que será utilizado na produção dos tijolos. Em um moinho, o produto é transformado em pó, para poder ser acrescentado na produção dos blocos de concreto.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a produção do composto orgânico para ser incrementado na fabricação dos tijolos está sendo feita em caráter de testes no fundo da metalúrgica de Masoti e o pó ainda não é utilizado oficialmente, já que aguarda credenciamento. “Levamos os blocos pilotos para serem testados em uma empresa da cidade credenciada pelo Inmetro, mas um teste oficial precisaria de uma grande amostragem para ser realizado”, explica Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, os protótipos produzidos com 30% da quantidade normal de areia e 20% de concreto atingiram resistência equivalente ao dobro do exigido pelo Inmetro. Novos testes serão feitos pela Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos, nesta semana, para ajudar no credenciamento da técnica.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nossa intenção é levar adiante a ideia de sustentabilidade na produção dos tijolos e ajudar na construção de casas populares e ainda dar um bom destino para o lixo que produzimos”, comenta Santos. <em></em></p>
<div id="tweetbutton1357" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1357&amp;via=ecoinformacao&amp;text=T%C3%A9cnica%20permite%20fazer%20tijolos%20a%20partir%20de%20lixo%20org%C3%A2nico%20em%20Araraquara%2FSP&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1357" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ecoinformacao.com/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Governo faz parceria com a ONU</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Rio + 20]]></category>

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		<description><![CDATA[MMA A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou na quinta-feira (17) Acordo de Cooperação Técnica com representantes do Ministério das Cidades e do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). Com isso, o governo federal atuará na &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1355">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #6b8e23;"><strong><em>MMA</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou na quinta-feira (17) Acordo de Cooperação Técnica com representantes do Ministério das Cidades e do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). Com isso, o governo federal atuará na construção de uma agenda internacional de desenvolvimento urbano sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">O acordo terá um ano de duração e prevê realização de estudos, publicações e encontros para discutir e elaborar recomendações na áreas de saneamento ambiental, de produção de habitação de interesse social em larga escala e de mobilidade urbana. Os primeiros produtos devem ser apresentados na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada para o período entre 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><strong>Econômico e social</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta do ONU-Habitat tem o objetivo de incentivar a promoção de cidades sustentáveis do ponto de vista social, econômico e ambiental. Para a ministra Izabella Teixeira, o acordo de cooperação deverá gerar resultados inovadores. “A habitação tem de ser discutida de outras formas”, afirmou. “O Brasil reúne as principais condições para que propostas inovadoras e ousadas possam surgir”.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário-executivo do Ministério Meio Ambiente, Francisco Gaetani, e o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Pedro Wilson, participaram da solenidade, além de representantes do Ministério das Cidades e do ONU-Habitat. “Será um desafio. O crescimento das cidades no Brasil é muito rápido. É natural essa parceria”, afirmou o diretor do ONU-Habitat, Alain Grimard. <em></em></p>
<div id="tweetbutton1355" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1355&amp;via=ecoinformacao&amp;text=Governo%20faz%20parceria%20com%20a%20ONU&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fecoinformacao.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1355" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ecoinformacao.com/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Santander e BM&amp;FBovespa fazem parceria em mercado de carbono</title>
		<link>http://ecoinformacao.com/blog/?p=1352</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adalberto de Bruyn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carbono]]></category>

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		<description><![CDATA[Reuters A BM&#38;FBovespa e o Santander Brasil anunciaram na quinta-feira (17) uma parceria para o desenvolvimento de novos produtos financeiros ligados a carbono para estimular o mercado de créditos de carbono no Brasil. A Bolsa e o banco informaram que &#8230; <a href="http://ecoinformacao.com/blog/?p=1352">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #6b8e23;"><em><strong>Reuters</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">A BM&amp;FBovespa e o Santander Brasil anunciaram na quinta-feira (17) uma parceria para o desenvolvimento de novos produtos financeiros ligados a carbono para estimular o mercado de créditos de carbono no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bolsa e o banco informaram que vão avaliar conjuntamente o lançamento de ativos como derivativos de carbono e produtos à vista destinados tanto a compradores brasileiros quanto internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições também oferecerão recomendações para o governo brasileiro sobre as medidas regulatórias necessárias para o lançamento destes produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei de mudanças climáticas brasileira, assinada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim de 2009, pede pela criação de um mercado doméstico de carbono para ajudar o cumprimento da meta nacional de cortar as emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei não fornece detalhes sobre como será o mercado, mas o governo disse estar desenvolvendo planos para tratar de emissões em 12 setores e que o comércio de carbono pode ter lugar em alguns setores.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Este é um passo importante para promover o mercado local de carbono, colocando o Brasil em linha com o mercado internacional&#8221;, disse o diretor-executivo de Tesouraria do Santander Brasil, Roberto Campos.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, a geração de créditos de carbono ocorre quando novos projetos em diversos setores da economia resultam em redução da emissão de gases de efeito estufa. O volume que deixa de ser emitido pode virar crédito, que é comercializado no mercado com companhias e países que possuem tetos para a emissão desses gases.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas anunciaram a iniciativa dias antes do Rio de Janeiro oficialmente lançar seu próprio mercado de carbono, e em meio a conversas entre os Estados do Acre e de São Paulo sobre possível colaboração em negociação de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">O Rio de Janeiro também está trabalhando com uma Bolsa para ativos ambientais, incluindo créditos de carbono, a BVRio (Bolsa Verde do Rio de Janeiro).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esperamos que países na América Latina também comecem a comercializar no Brasil assim que os produtos estiverem funcionando. Transparência de preço vai atrair participantes e a Bolsa pode se tornar um centro referencial de preço para a região&#8221;, disse Campos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ivan Wedekin, diretor de Commodities da BM&amp;FBovespa, afirmou que os planos domésticos nos países poderão ser importantes para o mercado de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Existe uma interrogação sobre o futuro de Kyoto. Parece que os planos locais é que vão dar um impulso para o mercado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários países na América Latina aprovaram recentemente legislações sobre mudança climática, alguns deles prevendo a criação de mercados de créditos de emissões.</p>
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